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Matemática sem complicação

MATOFOBIA. Assim é nomeado o medo da matemática, ou aversão a ela.
Quem nunca se desesperou, quando criança, diante de uma continha básica de Matemática? Ou ainda quando perguntavam a tabuada e não respondíamos de imediato?

A metodologia de ensino mudou bastante desde então e hoje já é possível ensinar Matemática sem transmitir toda carga de ansiedade/medo para as crianças. É o caso da “Caixa MateMágica”. Em uma caixa toda decorada, personalizada e colorida, cada aluno leva sua caixa em um dia da semana determinado pela professora. Após as instruções da atividade do dia, os pequenos correm para “brincar” com réguas de variados tamanhos, sólidos geométricos, canudos, fita métrica, dados e palitos.


Esses são alguns dos objetos que ditam a didática da aula da professora do Infantil I, unidade do CEAV Jr. Taguatinga, Jaqueline Costa. Ela conta que a caixa serve mais como apoiadora dos conteúdos trabalhados nos livros. “Ela proporciona a construção e entendimento de conceitos abstratos na matemática. Ou seja, torna o aprendizado mais gostoso e fácil de absorver. É muito mais eficaz aprender manuseado objetos, do que fazendo apenas exercícios no caderno ou no livro”, explica a professora.
Com a caixa é possível trabalhar de forma lúdica temas como numerais, cálculos mentais, ordem numérica, adição/subtração, figuras geométricas, estimativas de medições, grandezas e entre outros temas. A Coordenadora da unidade do CEAV Jr. Taguatinga, Camila Maria, acrescenta que “os alunos devem estar imersos num ambiente de letramento matemático, pois, acreditamos que aprendem mais e melhor quando participam de situações que lhe proporcionem trocas de ideias, construção e confrontos de hipóteses, manipulação e observação
de materiais, experimentação, vivência em práticas que exploram o uso social do conteúdo a ser aprendido e que simulem situações do cotidiano, tornando o estudo mais rico e desafiador” enriquece a coordenadora.
A matemática está presente em tudo que observamos/fazemos e o uso da caixa proporciona a interdisciplinaridade na escola. Camila comenta que “a caixa pode estar presente nas aulas de artes em que aparecem figuras geométricas em telas ou em que as crianças necessitam do apoio de formas para desenho; No passeio de campo quando surgir a necessidade de medir um arbusto; no momento da saída quando for necessário ver a hora no relógio. Ao alunos, precisamos oferecer um aprender significativo no qual o aluno participe raciocinando, compreendendo, reelaborando e superando, assim, a sua visão fragmentada e parcial da realidade”, conclui Camila.
A Matemática, assim como qualquer outro conceito, só fará sentido para os alunos se eles compreenderem “para quê” precisam aprender esse conteúdo. E projetos como esses evidenciam que adaptações são necessárias quando o assunto é aprendizagem.